Nunca chorei à tua frente, nem quando me custava imenso ver-te débil. Tentava sempre rir-me contigo, fazer tudo contigo, para que, mesmo que por poucos momentos te sentisses fora daquele quarto. Acho que nunca consegui, mas eu tentei e sei que sentiste. Agora que já não volto a entrar mais naquele quarto e ver-te lá deitada, é hora de me deixares pôr a água a correr. É tempo de lavar os olhos com memórias. Porque foste um dia, és sempre, princesa!
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