Eu não me esforço para que gostem de mim. Simplesmente deixo ser o que sou, mostrar o que quero mostrar. A uns mostro umas coisas, a outros outra. A confiança e amizade baseiam-se nisso. Quando conhecemos uma pessoa nunca sabemos se vamos gostar dela sabemos sim quando lhe mostramos umas coisas e nos dão vontade de mostrar outras. Uma das maiores sapiências da vida é saber a quem mostrar umas coisas, mas mais que isso, é saber se as devemos mostrar. Por isso mesmo hoje há tantos "segredos" que correm a cidade e há tantas perguntas sobre alguém e nunca há respostas. Eu não quero ser um segredo, muito menos que correr a cidade, quero sim não gerar perguntas, para que não haja vontade de saber respostas. Por isso mesmo escolho demasiado bem a quem mostrar certas coisas. Não me chamem misteriosa, chamem-me cautelosa. Chamem-me inteligente.
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