Querido livro,

apetece-me voltar àquele lugar e fazer aquele segundo durar horas. Porque não te mostras mais vezes? por vezes, pareces que hibernas e contigo, vai também o teu sorriso. Hoje senti que dele preciso, ou melhor, que ele me faz bem. Não acredites, sei que não iras acreditar, mas ver presenciar aquele pouco tempo foi melhor que os muitos anos à que te conheço. Preciso de ti assim, quero-te assim. Dá-me mais de ti e saberei o que fazer com esse pouco. Dá-te um pouco mais ao mundo e o mundo saberá o que fazer com esse pouco. Eu e o mundo sabemos, só tu ainda não acreditaste: és muito mais do que te sabes. 
Como um dom, tu sabes girar gente - e sei que não é só a mim - tu sabes como girar o mundo e além disso tudo, tens o poder de o fazer. Não tanto nas mãos, pois das tuas mãos já devem ter saido muitas emoções, mas do teu sorriso que, por muito que tu aches, não fica com marcas do tempo. O TEU SORRISO, LIVRO. 

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