sou o teu livro em branco. aguardo que me escrevas, que me digas porque sim e porque não. gostava que enchesses as tuas mãos vazias e me tocasses, nem que só a pele, nem que só os olhos, nem que só a alma. Assim poder-te-ia compreender, abrir-me ainda mais à tua causa, à tua vida. Poderia compreender o vazio que as tuas mãos me mostram.
eu prometi a mim própria e ao mundo que não voltaria a agarrar mãos vazias, e tu foste a excepção à regra. Eu garanti a mim própria que isso não me traria nada de bom, só me iludiria e ficaria presa a sorrisos que não são os meus, os de quem me ama. Talvez seja mais uma pessoa a querer entrar para o ultimo ponto que referi, ou talvez não. Vês porque me prometo não agarrar a mãos vazias?
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