Como uma deusa, sendo ou não devido ao teu particular gosto pelo sol, tens um género de fósforo sagrado a queimar-te os olhos, a palma da mão. Irradias fogo nos olhos, como chamas de um eterno incêndio, que os bombeiros não têm como o controlar. A tua energia, talvez provenha daí mesmo, dessas chamas imensas, desse calor, talvez te movas a calor e nunca me tenhas dito. Daí eu admirar a tua energia, por também admirar o teu fogo e calor. Daí eu me dizer tão quente, de alma e corpo, quando estou junta a ti, quando te abraço ou apenas quando me tocas.
Tudo em que tu tocas ateia e se incendeia, se move e, em mim, criaste um incêndio não possível de apagar, que não de pode apagar completamente, de dimensões incalculáveis. Um incêndio das dimensões da nossa alegria.
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